K-On, de Kakifly

O clube de música do colégio está prestes a fechar as portas por falta de integrantes, e a única saída é completar a cota colocando Yui Hirasawa como guitarrista. O problema é quqe a garota nunca tocou numa guitarra… na vida. Junto com a baixista Mio Akiyama, a baterista Ritsu Tainaka e a tecladista Tsumugi Kotobuki, Yui vai aprender os desafios de ser uma grande estrela da música ao mesmo tempo em que precisam estudar para as provas.

Conheci K-On através do anime produzido pelo estúdio Kyoto Animation. Um anime fofinho, sim, não tem nenhuma história espetacular, sobrenatural ou um super plot. Mas tem personagens cativantes! A história e arte foram feitas pelo mangaká Kafifly (não achei muitas informações sobre o sujeito).

A história começa com Yui mudando de escola, para terminar o ensino médio, junto com uma amiga. Quem assiste anime de “vida escolar” sabe que é muito comum nas escolas japonesas que existam clubes de esportes, artes, culinária… de várias atividades extracurriculares. Bem, nossa protagonista tem problema para escolher qual grupo participar. Até que acaba na porta do clube de música, que está para encerrar as suas atividades (que nem começaram) por falta de um membro. Mesmo não sabendo tocar nada, ela ingressa pro grupo.

Ao longo dos 13 episódios da primeira temporada, vemos as quatro meninas reunidas para ensaiar e ensinar a Yui alguma coisa. Mesmo elas passando mais tempo tomando chá e saboreando as guloseimas que a Kotokubi, a mais rica, leva sempre.
Mas se você trouxe o mangá, por que está falando do anime?! Bem, porque o mangá chegou depois, pela Editora New Pop, e porque não falta absolutamente nada. Toda a história de vários episódios está nesse primeiro volume, me levando a crer que foi a melhor adaptação de mangá que já assisti. Não teve nem a ausência nem a invenção de um personagem, todas as meninas estão bem características, como no anime. E claro, não poderia deixar de mencionar a professora surtada (e encalhada) Sawako Yamanaka – antiga integrante do clube de música.

O traço do mangá é lindo! Me encantei com a anatomia, como dá para ver nas imagens acima, as pernas são bem delineadas e não aqueles cambitos a la Clamp (vide Sakura CardCaptor). A edição brasileira manteve a qualidade do original, com algumas páginas coloridas, como dá para ver aqui:

Fotos horríveis tiradas pela webcam, desculpem!

 Apesar de a primeira vista parecer uma edição cara – cada volume custa R$ 14,90 (sou da época que mangá custava R$ 2,90, e olhe que na maioria das editoras a qualidade continua péssima) – vale a pena pela qualidade! Além disso, o mangá completo tem 4 volumes, que saem bimestralmente nas bancas. Ainda não adquiri meu segundo volume, mas vocês podem conferir a capa. Ao que tudo indica, cada capa traz uma integrante.

Para quem se interessar, pode saber mais detalhes do anime/mangá aqui. E podem assistir o primeiro episódio online aqui!

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2 thoughts on “K-On, de Kakifly

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